A maioria dos professores se dedica ao magistério porque deseja compartilhar seus conhecimentos e seus dons, abraça verdadeiramente a carreira para fazer a diferença na vida de seus alunos. E não há nada mais gratificante que encontrar um ex-aluno e ouvir que suas aulas eram especiais, que você marcou a vida dele, que o inspirou a descobrir o próprio talento para determinada matéria, enfim, que de alguma forma ajudou a mudar para melhor a trajetória de alguém.

No entanto, as condições ruins de trabalho, os baixos salários, a alta pressão para cumprir o cronograma e o estresse provocado pelo acúmulo de trabalho vão afastando o professor de sua missão de educar de acordo com seus desejos e propósitos.

Todos temos nossos professores inesquecíveis. Pense, por um momento, no que os diferenciava dos demais. Provavelmente eles tinham pelo menos uma dessas características:

– Enxergar os alunos individualmente, compreendendo que cada um tem seu ritmo de aprendizado e procurando respeitá-lo;

– Capacidade de estar em sala por inteiro, com atenção real ao que se passa, consciente de si e dos demais;

– Estar disposto a ser, ao mesmo tempo, ensinante e aprendente, como disse Paulo Freire;

– Saber dar limites, fazer combinados e mantê-los em voz baixa e sem agressividade;

– Ter uma relação positiva com as crianças, de confiança e cooperação mútuas, mas honrando seu lugar de educador, sem cair na tentação de ser o “amigão” dos alunos;

– Não ser o “juiz” dos impasses entre os estudantes, mas acreditar que as crianças são capazes de resolver os próprios problemas, tendo o adulto apenas como orientador.

Agora faça outra reflexão, dessa vez lembrando dos professores que deixaram sua marca, mas negativamente. O que os tornava temidos, o que faziam que provocava hostilidade entre os alunos? Eles intimidavam os estudantes, estimulavam a competição entre eles, faziam piadas grosseiras?

Avalie, agora, com qual desses dois tipos de professor você se parece mais, e se isso está de acordo com as aspirações que você tinha no início de sua carreira.

Lembrando da sua própria infância, você sabe o quanto pode ser grande a influência de um professor, então use-a com sabedoria.

Quando o professor se abre para enxergar de maneira diferente os alunos, como indivíduos que têm voz ativa e merecem respeito, ele percebe grande mudança no feedback recebido pelos estudantes, com aumento da conexão real entre eles. Isso é transformador e inesquecível não só para as crianças, como também para o professor.

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Marcia Belmiro
Marcia Belmiro

Fundadora e diretora técnica da Rio Coaching. Graduação em Psicologia, Especialização em Recursos Humanos pelo IBRAE – FGV, Personal Life Coaching e Executive Coaching, Master Coach pelo Behavioral Coaching Institute. Certificação nos instrumentos de Assessments DISC, PEAKS, SOAR e Birkman, Certificação em Alfa Assessement Coaching pela Worth Ethic Corporation, MBA em Coaching e Pós graduação em Neurociências pelo IPUB – UFRJ, Formação em Biodança, Sociopsicomotricidade, Teoria Cognitivo-Comportamental e Constelação Familiar. Atuando há 38 anos nas áreas de Educação, Clínica Psicológica, Recursos Humanos e Coaching, formou mais de 3.000 coaches no Brasil e desenvolveu mais de 10.000 líderes. Sólida experiência como Coach de executivos e Mentora de coaches. Mais de 12.000 horas na criação e aplicação de workshops, palestras, cursos de desenvolvimento de líderes, programas motivacionais e transformacionais. Co-autora dos livros “A Bíblia do Coaching” e “O Máximo do Mínimo”. Autora e Coordenadora técnica do livro “Empoderar para Transformar”. Criadora do Método KidCoaching® para crianças e Co-criadora do Método GrowCoaching® para adolescentes.